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A história do Champagne

Maria Amélia Flores

Enóloga


 A história do Champagne começa com tintos leves e fracos, porém curiosos, pois borbulhavam. Uvas ácidas, colhidas no outono, iniciavam lentamente a fermentar, o que se estendia até o inverno. Então, o ar gelado entrava nas adegas, fazendo com que as leveduras hibernassem, cujo despertar se dava na primavera, quando o vinho já estava engarrafado.

Garrafas estouravam, não havia explicação, afinal Pasteur, o estudioso das leveduras, sequer havia nascido. Don Perignón, que cuidava das adegas da Abadia de Hautvillers, entre 1670 e 1715, estuda e aperfeiçoa o processo de elaborar vinho e manter o gás na garrafa, desenvolve vasilhames mais fortes e usa rolhas de cortiça.
  

Não só conhecia a enologia, também o mercado, apresentando Champagne ao Rei Luis XV e sua amante, Madame Pompadour. Passa a ser a bebida do auge, das grandes festas e também decadência da nobreza. Champagne também se relaciona ao trabalho das mulheres, como Clicquot e Pommery que, ao ficarem viúvas e administrarem os negócios, criam vários avanços tecnológicos.


   As uvas utilizadas são Chardonay, Pinot Noir e Pinot Meunier, sempre sob o método tradicional, podendo haver mais de trinta diferentes tipos de vinhos de safras e regiões em uma mesma garrafa. As melhores safras são chamadas Millesimes e podem envelhecer por vários anos.

Lugares frios fazem a continuidade do sonho de Don Perignón, assim se espalha a cultura dos espumantes pelo mundo.
    
Harmonizar espumantes e Champagne é brindar à vida, pois são companhia ideal para todas as refeições e a maioria dos pratos. A bebida para reunir a família, celebrar o amor, a história, além de um grande ano de muitas conquistas que está por vir.
    


 
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